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18 de Outubro de 2019

O Criador, os seus filhos, os bens materiais e a dignidade humana

Sérgio Henrique da Silva Pereira, Jornalista
há 6 meses

O Criador, seus filhos e os bens materiais. Nada mais oportuno do que produzir artigo sobre o momento emocional e psíquico no Brasil; e não é demais dizer que também é oportuno em relação aos demais países.

Capitalismo, Comunismo, Socialismo, Liberal e Religiões. Cada qual possui uma maneira de perceber a vida, qual a vida boa para todos os seres humanos? Cada ideologia termina num utilitarismo pessoal. Se a vida boa é capitalizar, o Capitalismo e o Liberal, tipos de utilitarismos em comum; todos são obrigados a dividirem seu bens, isto é, impossível acumular riquezas enquanto outros seres humanos passam necessidades pela exploração, a vida boa no Comunismo e no Socialismo; Deus dá a cada um pelas suas obras (meritocracia), porém, como nenhum filho é dono de nada, sendo cada filho detentor, a solidariedade e ajuda aos irmãos desprovidos de recursos materiais, um tipo de vida boa.

Comunismo e religiões, algumas religiões, impõem deveres de solidariedade, deveres obrigacionais para ajudar o próximo necessitado. Socialismo, Capitalismo e Liberal, nestes dois últimos, quando não impera o individualismo, cada ser humano pode ajudar outro ser humano em condição miserável, semimiserável. O Socialismo não impõe, mas esclarece da necessidade de ajudar o próximo necessitado, não por sua condição de necessitado, todavia pelas circunstâncias burguesas de criar miseráveis e extremamente ricos, as desigualdades sociais.

O dinheiro é amaldiçoado? Ser rico é condição de exploração da mão de obra proletária? Ser pobre, materialmente, garante ingresso, imediato, ao Paraíso Celestial? A vida boa na Terra é distribuição de riquezas e oportunidades? Ou cada ser humano decide como viver? Uns consomem o que quiserem, desde drogas lícitas até as ilícitas, enquanto outros escolhem não as consumir? O custo benefício é um cálculo econômico necessário para todos terem oportunidades de usufruir os bens produzidos? Perguntas.

No livro Nosso Lar, cuja psicografia foi feita por Chico Xavier, o espírito do médico André Luiz, conta sua vida terrena e no além-túmulo, após o seu desencarne. Entre muitas habitações espirituais, o médico foi acolhido e, com o tempo, percebendo que a vida não termina com a morte do corpo físico material. Verificou que em Nosso Lar a administração não era perfeita, no sentido de imutável, mas em constante mudança para se aperfeiçoar:

Problema da Alimentação

– Antigamente – explicou o paciente interlocutor – os serviços dessa natureza assumiam feição mais destacada. Deliberou, porém, o atual Governador atenuar todas as expressões de vida que nos recordassem os fenômenos puramente materiais. As atividades de abastecimento ficaram, assim, reduzidas a simples serviço de distribuição, sob o controle direto da Governadoria. Aliás, a providência constitui medida das mais benéficas. Rezam os anais que a colônia, há um século, lutava com extremas dificuldades para adaptar os habitantes às leis da simplicidade. Muitos recém-chegados ao “Nosso Lar” duplicavam exigências. Queriam mesas lautas, bebidas excitantes, dilatando velhos vícios terrenos. Apenas o Ministério da União Divina ficou imune de tais abusos, pelas características que lhe são próprias; no entanto, os demais viviam sobrecarregados de angustiosos problemas dessa ordem. O Governador atual, todavia, não poupou esforços. Tão logo assumiu obrigações administrativas, adotou providências justas. Antigos missionários, daqui, puseram-me ao corrente de curiosos acontecimentos. Disseram-me que, a pedido da Governadoria, vieram duzentos instrutores de uma esfera muito elevada, a fim de espalharem novos conhecimentos, relativos à ciência da respiração e da absorção de princípios vitais da atmosfera. Realizaram-se assembleias numerosas. Alguns colaboradores técnicos de “Nosso Lar” manifestavam-se contrários, alegando que a cidade é de transição e que não seria justo, nem possível, desambientar imediatamente os homens desencarnados, mediante exigências desse teor, sem grave perigo para suas organizações espirituais. O Governador, contudo, não desanimou. Prosseguiram as reuniões, providências e atividades, durante trinta anos consecutivos. Algumas entidades eminentes chegaram a formular protestos de caráter público, reclamando. Por mais de dez vezes, o Ministério do Auxílio esteve superlotado de enfermos, onde se confessavam vítimas do novo sistema de alimentação deficiente. Nesses períodos, os opositores da redução multiplicavam acusações. O Governador, porém, jamais castigou alguém. Convocava os adversários da medida a palácio e expunha-lhes, paternalmente, os projetos e finalidades do regime; destacava a superioridade dos métodos de espiritualização, facilitava aos mais rebeldes inimigos do novo processo variadas excursões de estudo, em planos mais elevados que o nosso, ganhando, assim, maior número de adeptos. (Nosso Lar, pp. 35-36)

É possível compreender do texto transcrito: se há divergências no céu, na Terra também há; se há busca de melhorias na administração entre os "mortos" (desencarnados), não será diferente entre os "vivos" (encarnados); não existe perfeição, mas existe, continuamente, evolução.

Geralmente, as Religiões ensinam suas doutrinas sobre vida após a morte: Paraísos, alguns com muitas virgens, outros com a possibilidade de reencontrar amigos e familiares queridos e todos viverem felizes; Infernos, cada qual com suas características, porém as aflições são similares em qualquer inferno. No Espiritismo, a concepção de Inferno, como algo de punição eterna, não existe, pois Deus é amor; e sendo amor não há de falar em um Deus ora bondoso, ora cruel, como os deuses mitológicos.

O dinheiro é amaldiçoado? Ser rico é condição de exploração da mão de obra proletária? Ser pobre, materialmente, garante ingresso, imediato, ao Paraíso Celestial? A vida boa na Terra é distribuição de riquezas e oportunidades? Ou cada ser humano decide como viver? Uns consomem o que quiserem, desde drogas lícitas até as ilícitas, enquanto outros escolhem não as consumir? O custo benefício é um cálculo econômico necessário para todos terem oportunidades de usufruir os bens produzidos? Perguntas.

Quando criança escutava, e adorava mais escutar do que falar; aprende-se muito mais. Na minha época, morador de rua era intitulado de "mendigo". E escutei um pouco de tudo. "Não ajude, pois em outra vida não fez nada de bom", escutei de um evangélico; "É assim pela falta de competência própria", possivelmente uma pessoa que baseava sua concepção sobre os outros seres humanos pelo darwinismo social, eugenia ou Maldição de Cam; "A condição desse ser humano é a representação da política opressora burguesa", comunista/socialista na certa; "Em outra vida não foi caridoso e compreensivo com outros seres humanos, o resgate cármico", possivelmente kardecista.

Sim, minha infância e adolescência foram bem "ecléticas". Talvez, por isso, tenho um pouco de conhecimento sobre (quase) tudo. Tanto sei, quanto nada sei. Retornando ao tema proposto.

No vídeo acima, o rabino Ilan ensina o valor do dinheiro, a escolha segundo sua crença. No caso, os judeus deveriam aceitar dinheiro oriundo do Holocausto Nazista? Sim, pois o que importa é a finalidade, a transformação. Outro ponto interessante, como os judeus devem se comportar em relação ao irmão necessitado? Dar ou não dinheiro? Segundo o rabino, não há uma obrigação, como no Socialismo, porém, como condição de obedecer o Livro Sagrado (Torá), não se pode ter uma postura embasada no Capitalismo de Alcova. O ser humano é livre para decidir se quer ou não ajudar, todavia a ajuda é necessária para a evolução de quem ajuda e de quem recebe ajuda. Há um compromisso.

Na Umbanda, religião de matriz africana, ajudar quem necessita é uma condição espiritual de gratidão, de reconhecimento de que o outro ser humano também possui dignidade e está na Terra para também evoluir. ninguém é obrigado, mas cada qual colherá conforme suas obras. Soa muito parecido com o Cristianismo, com o Hinduísmo, com o Islamismo.

Em análise, A parábola dos talentos: a Bíblia, os empreendedores e a moralidade do lucro, do site Mises Brasil:

"O cristianismo é frequentemente culpado pelo fracasso dos projetos socialistas ao redor do mundo. E, em muitos casos, cristãos desinformados participaram da construção desses tipos de projetos. A lição da Parábola dos Talentos precisa ser mais bem entendida. O sonho socialista é imoral. Ele simplesmente institucionaliza o comportamento condenável do servo preguiçoso. Onde Deus recomenda a ação criativa, o socialismo encoraja a preguiça. Onde Ele demanda fé e esperança no futuro, o socialismo promete uma falsa forma de segurança. Ao passo que a Parábola dos Talentos sugere a superioridade moral da livre iniciativa, do investimento e do lucro, o socialismo a nega.
Todas as pessoas de fé deveriam trabalhar tenazmente para acabar com a divergência entre religião e economia. Essa parábola de Jesus é um bom ponto para se começar a incorporar a moralidade do livre mercado e da livre iniciativa à ética cristã." (grifos do autor)

Na maioria das Religiões, a riqueza material não é um direito, não é propriedade privada, pois Deus é o proprietário, os filhos (seres humanos) são meros detentores. Cada qual conforme suas obras, o esforço pessoal para conseguir "o pão de cada dia pelo próprio suor". Entre um rico e um camelo, ingressa o camelo no Reino, por quê? Porque o rico acumula, não divide com os necessitados. No filme Nosso Lar, uma mulher, que fora uma encarnada em família bastada. A mulher não queria trabalhar, pois era "tedioso". O encarregado para selecionar algum tipo de trabalho para os recém-desencarnados (as) ponderou sobre a infelicidade humana, de que negar ao trabalho é contrário aos preceitos do Criador. Na maioria das Religiões, o trabalho é necessário para alma.

"Onde Deus recomenda a ação criativa, o socialismo encoraja a preguiça", uma visão bem distorcida sobre Socialismo. Igualdade sem equidade? Ora, o Socialismo visa o esclarecimento sobre o Capitalismo de Alcova, um moinho de gente. Rosa Luxemburgo não via na guerra uma solução, muito menos um levante de proletariados com armas em mãos, no entanto, um levante pelo despertar da alienação mental imposta pela burguesia. Se Rosa estava errada, mais errados estavam os iluministas que desencadearam a Revolução Francesa. E muito mais errados estavam os Avatares, como Jesus Cristo, Buda, Hare Krishna, Zoroastro etc.

A indiferença é um dos grandes males. Se a alma é preguiçosa, deve-se deixá-la, por não querer trabalhar para obter o próprio sustento, morrer de inanição? Se assim for, qualquer ajuda, seja de cristão, hinduísta, comunista, socialista etc., ao ser humano que quer somente receber sem trabalhar, é impensável. Deixa morrer de fome. Eis o dilema, pois, mesmo diante da preguiça alheia, é imoral deixar um ser humano morrer, como se a escolha fosse dele, "não trabalha, não terá o"pão de cada dia".

Qualquer religioso procuraria conversar com o" preguiçoso "para saber os reais motivos de sua conduta, já que não trabalhar tem como consequência não ter condições de sobrevivência, suprir às necessidades fisiológicas básicas, como o metabolismo basal. Um mestre espiritual faria o mesmo, um psicólogo, um psiquiatra, independente se são ateus ou não, pela ética contemporânea, iriam procurar as causas que desencadearam o comportamento do" preguiçoso ". Entretanto, caso os profissionais da área de saúde estivessem no século XIX, e suas convicções sobre vida boa fossem pautadas na eugenia, o" preguiçoso "não deveria receber qualquer ajuda, a" natureza "do" preguiçoso "é um" estorvo "para a" boa sociedade ", os seres humanos trabalhadores.

“Naqueles tempos, mas até pouco tempo atrás, um cego só podia viver de esmolas. A figura deste cego representa tantas pessoas que, também hoje, se encontram marginalizadas por causa de um problema físico e ou de outro gênero.”
“Na beira da estrada, o cego é apartado e reprovado pela multidão, porque clama por Jesus. Não sentem compaixão por ele, pelo contrário, se sentem incomodados com seus gritos.”
“Deste modo, obriga todos a se conscientizarem de que a boa nova implica colocar no centro do próprio caminho quem está excluído. A passagem do Senhor é um encontro de misericórdia que reúne todos em volta Dele para permitir reconhecer quem necessita de ajuda e de consolação.” (papa Francisco)

No Capitalismo de Alcova ou Liberal de Alcova, o cego teria alguma utilidade? Baseando-me no livro Capitalismo e Liberdade, de Milton Friedman, depende. O empresário visa, somente, o lucro, nada mais; muito parecido com as considerações de Adam Smith sobre a finalidade dos comerciantes. Ora, se um cego não possui utilidade, para a sociedade, logicamente ele será marginalizado, consequentemente não há o porquê de o empresário contratá-lo. Na Era dos Direitos Humanos, a Nova Ética é a inclusão social. O que o empresário fará? Se a sociedade entende que um cego tem dignidade e pode trabalhar, o empresário contratará. Assim, o empresário estará em simetria com os anseios sociais, ou de alguma comunidade. É possível, pelo momento psíquico mundial, mesmo diante dos esforços de alguns seres humanos para reconstruírem antigas pseudociências, darwinismo social, teoria do branqueamento e eugenia, e conceitos religiosos racistas, como Maldição de Cam, conceber vida boa para a maioria? Maioria no sentido de poder ideológico sobre a dignidade de outros seres humanos considerados" párias ". Os" párias "viveriam, como os seres humanos de Elysium, Gattaca, In Time (O preço do Amanhã), Altered Carbon?

“Naqueles tempos, mas até pouco tempo atrás, um cego só podia viver de esmolas. A figura deste cego representa tantas pessoas que, também hoje, se encontram marginalizadas por causa de um problema físico e ou de outro gênero"; os cegos viviam de esmolas, não pela preguiça, mas pela condição social diante do cego, qual a sua utilidade para a sociedade? Se o cego estivesse, por exemplo, num mundo alternativo cuja vida boa é o Nazismo. Fatalmente o recém-nascido cego não viveria, pois, pela seleção artificial da eugenia nazista, um recém-nascido cego é um estorvo social. Lembrando que a eugenia moderna teve início nos EUA — Homo Sapiens 1900 Eugenia.

No tempo de Karl Marx, as teorias racistas, pelo darwinismo social e sua concepção de vida boa, o ser humano "desigual" não tinha qualquer utilidade para a sociedade, o utilitarismo. Se naqueles tempos, de seleção artificial, o darwinismo social fosse consolidado mundialmente, qualquer recém-nascido seria estorvo social. O mesmo para a eugenia. Ora, por ventura, o empresário, pela condição de lucrar, contrataria algum cego? Não! Primeiro que não existiriam cegos. Se algum recém-nascido, com deficiência visual completa, sobrevivesse, por algum caridoso religioso, a sobrevivência do adulto com deficiência visual seria similar ao Corcunda de Notre Dame. enquanto protegido por algum religioso, a sociedade nada poderia fazer contra.

Encerro este artigo com o questionar sobre os valores ditos cristãos no seio da sociedade brasileira. É possível conceber Liberal na economia com Conservador nos costumes? Que tipo de "conservador" e qual o tipo de "liberal" no novo positivismo? O conservador cuja vida boa concebe dignidade humana, em toda sua plenitude, com a Nova Ética do Direitos Humanos? Ou vida boa somente para os "iguais"? Quando aos liberais econômicos, o Capitalismo de Alcova ou o Capitalismo Humanitário?

Como qualquer concepção humana cósmica, no mundo das ideias tudo funciona muitíssimo bem. Cada qual, socialistas, comunistas, liberais etc., com seus respectivos mundos das ideias, concebem uma vida boa. O problema da vida boa está na concepção de um utilitarismo perfeito. O que é perfeito para alguns, não é para outros. Alguns liberais falam que o Capitalismo humanizou, por exemplo, o trabalho infantil. Ou seja, se na Revolução industrial as crianças trabalhavam para ajudarem os pais, com o Capitalismo, por meio de novas tecnologias, as crianças não trabalharam mais nas indústrias. Parece que não houve desempregos, por exemplo, com a injeção eletrônica no Brasil. Muitos mecânicos autônomos ficaram fora do mercado, pois não tinham conhecimentos técnicos sobre a nova tecnologia. De mecânicos viraram borracheiros. De quem é a culpa, do mecânico que não se esforçou para estudar sobre injeção eletrônica ou da tecnologia introduzida repentinamente no Brasil?

A meritocracia soa como esforço próprio. Se assim é verdade, não há necessidade se Serviços Sociais Autônomos, pois cada ser humano possui capacidade própria. Os libertários sabem que existem diferenças entre seres humanos, alguns aprendem mais rápido, alguns têm mais força física, agilidade etc. Então há diferenças. Acreditam, os libertários, que a solidariedade deve partir de cada um, sem qualquer imposição externa; a ajuda tem que partir de dentro da pessoa, sem qualquer medo de ser punido por algum deus, pelo Estado, ou sociedade com seus costumes. Immanuel Kant concordaria, pois, a ética moral kantiana é um dever que o próprio ser humano deve impor a si mesmo. No entanto, para Kant o outro ser humano tem dignidade, não pode ser coisificado por outro ser humano.

Dependendo da linha de raciocínio de alguns religiosos, ou liberais, alguns seres humanos podem ser coisificados. Se impera a Maldição de Cam, ou qualquer outra ideologia, excluídos existirão; se impera o darwinismo social ou a eugenia, excluídos existirão. Kant, então, não faria parte, melhor, não seria bem-vindo para tais ideologias de escolha entre "boas pessoas" e "más pessoas".

Se o Brasil, assim como outros países ditos cristãos, pauta-se nos ensinamentos mais valorosos — a de que todos são iguais, de que nas diferenças deve ter tolerância, cada qual deve se ajudar e contribuir, do mais inteligente ao menos inteligente, do mais forte ao menos forte etc. —, não é possível admitir Conservador Excludente, muito menos, no Capitalismo de Alcova.

Infelizmente, a humanidade se assenta sobre o consumismo, a felicidade está em possuir. As desigualdades sociais, e as concepções de "ser humano esforçado" e "ser humano preguiçoso", ampliam o narcisismo; e as publicidades insuflam, maravilhosamente, o narcisismo. A concepção de "igualdade" entre os seres humanos é uma igualdade nas aparências, nas vias públicas uma conduta, e fora dos olhos dos "iguais", alguma "liberdade" — a similar "liberdade" concedida pela CONSTITUIÇÃO POLÍTICA DO IMPERIO DO BRAZIL (DE 25 DE MARÇO DE 1824), "Art. 5. A Religião Catholica Apostolica Romana continuará a ser a Religião do Imperio. Todas as outras Religiões serão permitidas com seu culto doméstico, ou particular em casas para isso destinadas, sem fórma alguma exterior do Templo".

É possível existir a filosofia conservadora, quando assentada sobre a valorização do ser humano, por possuir dignidade em si. Também é possível existir liberal na economia quando o fim for o bem-estar do ser humano, um fim em si mesmo, e não um meio para outro ser humano, enquanto o outro é somente mero objeto de uso.

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