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22 de Fevereiro de 2020

Flávio Bolsonaro defende o retorno do AI-5

Sérgio Henrique da Silva Pereira, Jornalista
há 4 meses

Li no agregador de notícias sobre a defesa do retorno do Ato Institucional número 5 pelo filho de Jair Messias Bolsonaro. A defesa foi feita por Flávio Bolsonaro.

Segundo o site UOL:

"Pouco tempo depois, em entrevista ao Brasil Urgente, Bolsonaro disse ter conversado com Eduardo e esclarecido a situação. Disse ainda que o filho está pronto para" se desculpar "se for necessário." (https://noticias.uol.com.br/política/ultimas-noticias/2019/10/31/quem-quer-que-fale-dea5-esta-sonh...)

Há quem defende o retorno dos militares para garantir paz, retorno dos bons costumes, combate contra a corrupção, segurança pública etc.

Os militares da época (1964 a 1985) defendiam os bons costumes, católicos. Provavelmente iriam prender Jair Messias Bolsonaro e seus filhos por defenderem e se apoiarem, politicamente, nos evangelhos. Além disso, pelos que defendem que não houve corrupção entre os militares, o Clã Bolsonaro Laranjal iria piar, e muito. Lula também.

Sérgio Moro iria se explicar sobre a letargia no caso Marielle, não por ela em si, no entanto, pelo envolvimento de autoridades públicas, servidores.

Ministério Público, Procuradoria-geral da República, todos teriam que se explicar sobre a falta de agilidade no caso Marielle.

Ainda segundos os defensores dos militares (1964 a 1985), de que não houve corrupção. Por esta perspectiva, as Parcerias Público-Privadas Ímprobas seriam exemplarmente investigadas, os autores e partícipes seriam condenados, exemplarmente.

Sendo patriotas, o Direito Penal Máximo do Inimigo para: quem comete furtos, de energia elétrica, água potável, sinal de wi-fi, sinal de TV paga; fraudes, nas provas do Enem, nos concursos públicos.

Ainda no patriotismo e sua manutenção: convocar os pais que defendem seus filhos arteiros justificando tais atos pelo pagamento de impostos - sendo particular, os pais também seriam "convidados", ou seja, a valorização dos professores; pais que dão bebidas alcoólicas às crianças, o bom desenvolvimento físico e cognitivo são prejudicados, o futuro cidadão estará comprometido ética e moralmente.

Na versão atual, de 2019, o controle da internet para impedir acessos aos sites pornôs, e o Brasil é um dos maiores consumidores; programas de auditório mostrando nádegas femininas, ou concursos "miss bumbum", tudo censurado; políticos que nada fizeram, muito menos conseguiram aprovar único projeto de lei, mas ganharam muito dinheiro com os altos subsídios e outras mordomias, todos teriam que devolver aos cofres públicos - os militares da época privatizaram como forma de conter os gastos públicos, logo, o controle sobre os gastos dos não "meritocráticos".

Engenheiros, médicos e outros profissionais negligentes em seus atos, imaginem.

Segundo os defensores dos Anos de Chumbo, os militares defensores dos Anos não eram racistas. Assim, todo crime na internet por racismo e seus autores e partícipes seriam, exemplarmente, punidos.

Lei e ordem. Motoristas alcoolizados, motoristas que estacionam os seus automotivos sobre faixa de travessia de pedestres, calçadas, passeios, marcas de canalização etc., as punições exemplares. Jogar óleo de cozinha no ralo pluvial, festas com som alto sejam nós condomínios de luxo ou não, Delegacia. Blitz da lei seca e juiz dá "carteirada", noites no xilindro. Políticos e politicagens, por promessas de campanhas sem nenhuma possibilidade de concretização, responsabilidade ulterio por "enganar o povo".

As feministas seriam perseguidas, os homens também, quando estes ensinassem aos filhos que mulher "gosta de porrada ou tapas".

Quem quer os militares no poder aos moldes de 1964 a 1985?

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Quero o país em chamas para que quem sabe um povo mais civilizado invada e use melhor estas terras. continuar lendo