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Sérgio Henrique da Silva Pereira, Jornalista
Sérgio Henrique da Silva Pereira
Comentário · há 20 dias
Obrigado pela nova participação!

"tratamento da epidemia de coronavírus. Suicídio, aborto e canibalismo não tem nada a ver com essa ideia central."

Tratamento, a palavra. Se analisarmos pelo tipo de tratamento, o doente pode escolher? Tratamento é intervenção no corpo de uma pessoa, e esta pessoa é propriedade de si. Suicídio, aborto e canibalismo tem a ver com autonomia da vontade e autopossessão, assim como escolha do tipo de tratamento.

Os doentes por coronavírus querem o melhor tratamento, com certeza. Ora, liberalismo justifica a intervenção do Estado como meio de garantir alguns direitos naturais, no caso em tela, o direito à vida. Logicamente, o Sistema Único de Saúde (SUS) é possível, e para prestar atendimento hospitalar, a necessidade de dinheiro, o que leva aos impostos. Para o libertarianismo, o SUS não deve existir, pois o Estado controla, interfere no livre mercado; e para a existência do SUS, o Estado precisa de contribuintes. Quem contribuí sob obrigação estatal é "coagido" pelo Estado. Libertários (libertarianismo) jamais aceitariam o "roubo" do Estado através de impostos.

Os doentes por coronavírus querem o melhor tratamento, com certeza, mas também querem escolher o tipo de tratamento, as condições de confinamento, a maneira como serão tratados.

Se o direito à vida é um direito natural é de se pensar que o doente deve ter, também, direito de profilaxia. Poderia — é a condição humana d escolha —, o doente (coronavírus, Aids etc.) não querer nenhuma tratamento, a morte é a escolha. Certo? Errado, pois Locke não concebe o suicídio; e não aceitar o tratamento é um suicídio. O Estado obrigaria o doente ao tratamento!

Quanto "Adam Smith não teria destinado alguns capítulos inteiros falando sobre funções do estado e estipulação de tributos". Pelo seu exposto, os cidadãos devem contribuir mesmo não querendo? E a liberdade individual? Então não há liberdade individual.

"(...) são como despesas de administração em relação aos rendeiros associados de uma grande propriedade, os quais são OBRIGADOS a contribuir em proporção aos respectivos interesses que têm na propriedade."

Existe dualidade entre ser livre e "obrigado". Se uma pessoa não quer contribuir, é direito natural dela, do contrário há relativização. Dessa relativização, a contribuição compulsória, outras possibilidades de "intervenção": a impossibilidade de escolha de tratamento médico, quem decide é o médico ou Estado; a impossibilidade de escolha de não ser tratado e ter o direito de "morte digna", como no caso de câncer.

Se é possível existir SUS, mesmo na condições ruins, o "roubo" do Estado por cobrar imposto para manutenção do SUS. Há as empresas privadas na área de saúde, cada qual com o tipo de serviço conforme o poder econômico do cliente. O doente, como eu disse, quer o melhor tratamento. Se há tratamento que possa melhorar à condição do doente, de forma rápida, indolor, o doente tem este direito. Contudo, a sua limitação na escolha está: 1) pelas más condições do SUS; 2) pelas diferenças nos contratos de adesão conforme o poder aquisitivo do interessado (futuro cliente).

Em ambos os casos, SUS e empresas privadas, pelo capital, o doente não possui, realmente, liberdade de escolha para a profilaxia, as condições de atendimento etc. Tudo está condicionado pelo capitalismo.

Esperei o desenrolar do seu pensamento, conjuntamente com o artigo. A questão da vida está relacionada com o capital, o poder econômico. Por exemplo, há ótimos profissionais da área de saúde no SUS que possuem clínicas particulares. O SUS pode ser ótimo no atendimento etc., quando terminar os roubos institucionalizados. Mesmo com o fim disto, ainda assim a prestação de serviço de saúde não estaria igual à prestação de serviço de saúde privado. No privado, geralmente, os "bons planos são caros", não acessíveis para a maioria dos seres humanos. Podem ter serviços privados "conforme o bolso" do cliente. Retornamos à questão de direito à vida, e está é garantida pelos melhores meios de transporte disponíveis.

Se SUS melhorar muito, isto é, capaz de dar os melhores meios de tratamento, os impostos devem aumentar, mesmo que não haja corrupção. Os mais reicos devem ser tributados, já que milhões de miseráveis não tem como contribuir, ou comem ouObrigado pela nova participação!

"tratamento da epidemia de coronavírus. Suicídio, aborto e canibalismo não tem nada a ver com essa ideia central."

Tratamento, a palavra. Se analisarmos pelo tipo de tratamento, o doente pode escolher? Tratamento é intervenção no corpo de uma pessoa, e esta pessoa é propriedade de si. Suicídio, aborto e canibalismo tem a ver com autonomia da vontade e autopossessão, assim como escolha do tipo de tratamento.

Os doentes por coronavírus querem o melhor tratamento, com certeza. Ora, liberalismo justifica a intervenção do Estado como meio de garantir alguns direitos naturais, no caso em tela, o direito à vida. Logicamente, o Sistema Único de Saúde (SUS) é possível, e para prestar atendimento hospitalar, a necessidade de dinheiro, o que leva aos impostos. Para o libertarianismo, o SUS não deve existir, pois o Estado controla, interfere no livre mercado; e para a existência do SUS, o Estado precisa de contribuintes. Quem contribuí sob obrigação estatal é "coagido" pelo Estado. Libertários (libertarianismo) jamais aceitariam o "roubo" do Estado através de impostos.

Os doentes por coronavírus querem o melhor tratamento, com certeza, mas também querem escolher o tipo de tratamento, as condições de confinamento, a maneira como serão tratados.

Se o direito à vida é um direito natural é de se pensar que o doente deve ter, também, direito de profilaxia. Poderia — é a condição humana d escolha —, o doente (coronavírus, Aids etc.) não querer nenhuma tratamento, a morte é a escolha. Certo? Errado, pois Locke não concebe o suicídio; e não aceitar o tratamento é um suicídio. O Estado obrigaria o doente ao tratamento!

Quanto "Adam Smith não teria destinado alguns capítulos inteiros falando sobre funções do estado e estipulação de tributos". Pelo seu exposto, os cidadãos devem contribuir mesmo não querendo? E a liberdade individual? Então não há liberdade individual.

"(...) são como despesas de administração em relação aos rendeiros associados de uma grande propriedade, os quais são OBRIGADOS a contribuir em proporção aos respectivos interesses que têm na propriedade."

Existe dualidade entre ser livre e "obrigado". Se uma pessoa não quer contribuir, é direito natural dela, do contrário há relativização. Dessa relativização, a contribuição compulsória, outras possibilidades de "intervenção": a impossibilidade de escolha de tratamento médico, quem decide é o médico ou Estado; a impossibilidade de escolha de não ser tratado e ter o direito de "morte digna", como no caso de câncer.

Se é possível existir SUS, mesmo na condições ruins, o "roubo" do Estado por cobrar imposto para manutenção do SUS. Há as empresas privadas na área de saúde, cada qual com o tipo de serviço conforme o poder econômico do cliente. O doente, como eu disse, quer o melhor tratamento. Se há tratamento que possa melhorar à condição do doente, de forma rápida, indolor, o doente tem este direito. Contudo, a sua limitação na escolha está: 1) pelas más condições do SUS; 2) pelas diferenças nos contratos de adesão conforme o poder aquisitivo do interessado (futuro cliente).

Em ambos os casos, SUS e empresas privadas, pelo capital, o doente não possui, realmente, liberdade de escolha para a profilaxia, as condições de atendimento etc. Tudo está condicionado pelo capitalismo.

Esperei o desenrolar do seu pensamento, conjuntamente com o artigo. A questão da vida está relacionada com o capital, o poder econômico. Por exemplo, há ótimos profissionais da área de saúde no SUS que possuem clínicas particulares. O SUS pode ser ótimo no atendimento etc., quando terminar os roubos institucionalizados. Mesmo com o fim disto, ainda assim a prestação de serviço de saúde não estaria igual à prestação de serviço de saúde privado. No privado, geralmente, os "bons planos são caros", não acessíveis para a maioria dos seres humanos. Podem ter serviços privados "conforme o bolso" do cliente. Retornamos à questão de direito à vida, e está é garantida pelos melhores meios de transporte disponíveis.

Se SUS melhorar muito, isto é, capaz de dar os melhores meios de tratamento, os impostos devem aumentar, mesmo que não haja corrupção. Os mais ricos devem ser tributados, com carga tributária maior. Mas não seria uma imposição ao direito de propriedade? Tirar dos mais ricos para dar aos mais pobres.

Resumindo. Se há uma lei natural de que cada qual teve contribuir, não há liberdade de escolha, não há autopossessão e autonomia da vontade; há "ditadura cósmica" dizendo que o cidadão deve contribuir (impostos), não pode cometer "suicídio humanizado", pode ou não comer carne vermelha etc.
Sérgio Henrique da Silva Pereira, Jornalista
Sérgio Henrique da Silva Pereira
Comentário · há 22 dias
Obrigado pela nova participação.

"Bem, o artigo, no tópico da filosofia liberal, ilustra uma situação de inércia do estado no cuidado da epidemia. Porém, já em Locke se tratava como uma das funções do estado a defesa dos direitos naturais do homem, sendo uma delas a conservação da vida pela saúde. Então, essa inércia do estado na saúde pública não tem escopo na filosofia liberal."

John Locke não concebia o suicídio, pois somente Deus pode tirar uma vida humana. Partindo disso, o aborto e o "suicídio assistido" são contra às leis de Deus. Consequentemente, o Estado deve impedir o aborto, o "suicídio assistido". Para o Estado agir em defesa da vida, o Estado estará coagindo os cidadãos em suas liberdades individuais, pois cada ser humano é prosperidade de si mesmo, isto é, possui autonomia da vontade e autopossesssão.

Os libertários (libertarianismo) não admitem qualquer intervenção do Estado na propriedade privada, nos direitos individuais. Assim, o Estado não pode criar leis para regulamentar casamentos, LGBT ou heterossexual), drogas (lícitas ou ilícitas), "função social da propriedade" etc. Tais intromissões violam à ética da propriedade privada e da liberdade individual. Se alguma pessoa quiser vender os dois rins, pela autonomia da vontade e autopossessão, mesmo sendo jovem, o Estado não pode intervir.

Os liberais (liberalismo) também não admitem qualquer intervenção do Estado na propriedade privada, nos direitos individuais. Porém, para que os direito o direito de propriedade seja respeitado, a intervenção.

Se a propriedade privada é um direito natural, assim como a autopossessão e autonomia da vontade, um proprietário de imóvel poderia cometer "canibalismo consensual". Partindo disso, no caso de John Locke, não é possível o proprietário do imóvel negociar o "canibalismo consensual"; o que viola o direito de propriedade e o direito de autopossessão e autonomia da vontade. Há intervenção do Estado. Dessa possibilidade, o Estado também poderá proibir o casamento LGBT, proibir a doação de órgãos, os dois rins, por pessoa saudável.

Para conceber o direito natural como direito de autopossessão e autonomia da vontade, assim como o direito de propriedade, sem coação do Estado — este é um mito; sua força de coação é de acordo com o tipo de ideologia, crença, por isso, os libertários admitem que só há liberdade quando crenças e ideologias não ditam, não interferem nas liberdades individuais e no direito de propriedade — o Estado deve ser isento. A partir do momento que Locke acredita em Deus para dizer que há proibição, por exemplo, do aborto, ou do "suicídio assistido", Deus está no comando; e se Ele está, não há liberdade individual. Logo, qualquer ateu deve viver conforme Deus quer, e não pelo que querem os ateus: viverem sem os dogmas, os tabus de qualquer crença.

Se não há relativização da liberdade individual, pela autopossessão e autonomia da vontade e o uso do corpo, da propriedade residencial — praticar o "canibalismo consensual" dentro da residência —, não pode o Estado proibir o aborto e o "canibalismo consensual". É possível, pela liberdade individual e pelo direito de propriedade, o hospital expulsar cliente inadimplente, mesmo em coma. É o caso do exemplo que dei. Uma mulher em coma, sem ascendentes e descendentes; sozinha, nada de namorado (a). Ela sofre acidente de trânsito, o socorro, o trânsito até o hospital, do qual ela é cliente. Internada, cuidados, o estado de coma profundo. Reza no contrato de adesão "Cliente inadimplente terá, imediatamente, suspenso todo e qualquer tratamento médico-hospitalar, bem como a retirada, imediata, de dentro do hospital"; é pacta sunt servanda.
Sérgio Henrique da Silva Pereira, Jornalista
Sérgio Henrique da Silva Pereira
Comentário · há 25 dias
Silívio Janner

Obrigado pela participação.

"Digamos que o empregador aceite apenas contratar quem é esterilizado. Além da empresa dele ficar com poucos ou nenhum trabalhador, esta mesmo sofrerá com certeza a duros boicotes por parte dos clientes dando assim oportunidades para novos empreendedores de abraçar esse mercado com mais demanda."

Depende do contexto. No livro Capitalismo e Liberdade, o liberal econômico Milton Friedman defende o utilitarismo racista. O Estado impõe obrigação de lojista contratar negro. Se a comunidade local não gosta de negros, o lojista não deve contratar, o Estado não pode impor contratação por políticas de 'não discriminação".

Friedman, em outro momento, diz que o empresário jamais pode colocar sua ideologia à frente do empreendimento. Ora, se o lojista não gosta de negros e gays, e a comunidade também não gosta, tudo deve ser respeitado, o Estado não pode interferir.

O lojista não gosta de negros e LGBTs, parte da comunidade aceita. Compra quem quiser na loja. pode ter manifestação contra o lojista. Dois grupos, pró-inclusão e pró-exclusão. A CF diz que não pode haver exclusão, muito menos segregação. mesmo que a comunidade pró-exclusão consiga maioria nas eleições, e o candidato pró-exclusão vença, não será possível nenhuma norma pró-exclusão, pois a CF não permite.

Asseverando que o contrato, a CF, não deixa os seres humanos decidirem por eles mesmos, a condição de pró-exclusão em certas regiões é possível. Vivas às" liberdades individuais ". Todavia, racismo não é condição natural, ninguém nasce odiando outra pessoa pela cora da pele, pela etnia; é construção cultural. logo, o racismo não é" liberdade individual. "

No entanto, admitindo tal" liberdade ", a possibilidade de obrigação de esterilização para poder trabalhar. Ora, quando uma mulher tem filhos, quando as condições locais não garantem sobrevivência digna, a não ser que você considera catar lixo e comê-los seja" liberdade ", a mulher mãe aceitará para dar algo melhor para seus filhos. Famílias com boas condições econômicas viajam para comprarem órgãos humanos em países de extrema miséria. Há liberdade de negociação entre quem tem poder econômico e quem não tem?

Bom. O" canibalismo consensual "é possível, pois há liberdade individual, pela autonomia da vontade e autopossessão." Balinhas sortidas ", a negociação entre abusador, ou pedófilo, como uma criança também é possível por existir" liberdade de negociação "?

Se existe um fator moral e ético para proibir a criança a tal negociação, por ela não ter discernimento, é de se considerar que também é inviável a seguinte situação:

Uma mulher rica, sem ascendentes e descendentes. Acidente automobilístico. Ela é levada para hospital particular. Por estar adimplente, o tratamento; infelizmente ela entre em coma profundo. Quem elegerá um administrador para os seus negócios? Por alguma crise, não por culpa do administrador dos bens da mulher, a perda do patrimônio, como crise econômica do país, ou mesmo mundial.

Os acionistas do hospital querem ganhar, ter lucros. Também dependem do dinheiro para sobreviverem. Na cláusula contratual está"Na inadimplência, o hospital pode reincidir o contrato, unilateralmente, de retirar o (a) paciente do hospital. Não há nenhuma responsabilidade quanto às condições do (a) inadimplente."

O hospital pode, prontamente, no caso de inadimplência," expulsar "— claro, não usarão tal termo, por ser desumano, mas usarão outro, para dar impressão de que há humanização na expulsão por inadimplência. O simples desligamento dos aparelhos já coloca em risco, prontamente, a vida da mulher em coma. Você pode argumentar que o hospital ou acionistas podem conceder algum benefício, como esperar doações para o transporte por equipe médica de outro hospital, também particular — não existe Sistema Único de Saúde (SUS). Suposições.

Tanto o hospital quanto os acionistas não querem. É desligar os aparelhos de suporte de vida e colocar a mulher na rua.

Se é permitido expulsar a mulher em coma (pacta sunt servanda), também é possível o contrato da" balinhas sortidas "? A mulher não pode decidir pela sua própria existência; a criança, por ser considerada"absolutamente incapaz"por seus atos, a falta de discernimento, não pode firmar tal contrato.

Assim, tanto a criança quanto a mulher em coma não podem ser coisificadas em suas dignidades. É possível relativizar os contratos de ambas. Isto é, proteção contra a expulsão da mulher de dentro do hospital, e forçando o tratamento, o suporte de vida dela, jamais considerando a força vinculante da cláusula" pacta sunt servanda, como também é permitido proibir "balinhas sortidas" , pois a "força contratual" pelo "livre negociar" não existe entre pessoa sem discernimento suficiente e o tipo de contrato.

Pode dar sua versões quanto aos tipos de contratos?
Sérgio Henrique da Silva Pereira, Jornalista
Sérgio Henrique da Silva Pereira
Comentário · mês passado
Discordar faz parte da democracia.

"Se assim fosse, qualquer cidadão poderia escarnecer dos homossexuais e não poderia ser repreendido e muito menos responder penalmente por isto.

E como escrevi antes, há uma contradição no seu pensamento.Observe que se Jesus nos ensinou a amar o próximo. Amor é um preceito moral para todas as pessoas. Logo, atrupe dos Porta dos Fundos também deveria amar a todos."

Por quantos séculos os LGBTs ficaram censurados, foram perseguidos? Por quantos séculos houve ódio e não amor por parte das Religiões de tradição judaico-cristã? Amor é liberdade, é respeito. Pode ser relativizar tudo agora. LGBTs faltam com respeito ao Sagrado. Não é questão de faltar com respeito ao Sagrado, mas exigir respeito dos fiéis.

Estava esperando o momento, porém Bob lá houve, de chegar o momento extremo da bandeira por trás de Deus acima de tudo. Estou me referindo ao ex-ministro com seu discurso nazista. Estado deve ser laico, senão é teológico.

Jair Messias Bolsonaro sempre falou que não é homofóbico, desde o momento que gay não demonstre o que é em público, mas ser somente em quatro paredes. Ora, é ditadura contra liberdade individual, limitar, censurar comportamento. Se gay não é doença, não é ser pedófilo. Existe muita carga negativa atribuída aos gays, aos LGBTs em geral. Acompanho às três sociais desde os anos de 1998. Antes existiram piadas sobre negros, piadas racistas, depreciativas pela condição de etnia. Os evangélicos também eram perseguidos por fazerem parte de "seita". Com os direitos humanos, com a liberdade individual, padres e pastores se uniram contra tudo que fosse contra ao pensamento conservador. Mudanças são "progressistas", desde a Revolução Francesa. Tentaram afirmar que as cotas raciais eram inconstitucionais por não existir mais "raça". O Supremo Tribunal Federal, através do HC 82.-424/RS, sabiamente, demonstrou como foi o processo de exclusão social. Analisando os EUA e sua
Constituição Federal com os tipos de racismos, os movimentos contrários aos movimentos sociais das "minorias" sempre foram atacados pelos conservadores fundamentalistas.

Uma pessoa pode ser conservadora? Sim. Michal J Sandel propôs o "canibalismo consensual" para os libertárias, pois estes defendem liberdade individual, o consentimento. Em alguns artigos, um perfil "fake" usou de táticas para contradizer meus artigos. Numa participação do perfil, as "balinhas sortidas", como meu desafio. O "fake" disse que o "canibalismo" era possível pela liberdade individual. Se possível, "balinhas" também pelo consentimento. Adulto oferece balinhas para criança fazer sexo. "Aí passou do limite", disse.

Com outras participações aos meus comentários, nas redes sociais, percebi uma tentativa de justificar os pelo conservadorismo, ora pelo liberalismo, de forma geral, ser liberal.
Exemplo da liberdade de expressão. Conservador exige liberdade de crença, e a Liberdade de Expressão permite se expressar, para condenar os LGBTs. De forma amena, poder tratar LGBTs que estão em conflitos existenciais. Ora, se a sociedade fosse LGBT, e não admitisse heterossexuais, consequentemente o desigual se sentiria aberração, estaria em "conflito existencial".
Por séculos, o utilitarismo religioso impedia qualquer forma de pensamento contrário
à cosmovisão de mundo. A Liberdade de Expressão permite dizer que LGBT não é doença, não é pedofilia etc.

Vivendo e aprendendo. Tanto sei, quanto nada sei. Assisti palestra com rabino. Segundo ele, a questão do perdão de Jesus foi uma criação romana. Como perdoar os inimigos, os romanos, por suas barbáries? Ou seja, para não serem mortos, o perdão, o amor.
O rabino estava falando da Igreja Católica Apostólica Romana. Um ponto de vista do rabino. Outros não acreditam na existência de Jesus, demais que Jesus nunca foi e nunca será o Salvador. Se Jesus é ou não o Salvador, se existiu ou não. Pode-se relativizar também questões como racismo, Holocausto nazista etc. E existem tentativas. Existe uma verdade, a História, o contexto histórico. Contra isso, não há como se opor.

Crianças e adolescentes nazistas choraram quando capturadas pela Aliados. No final da guerra, para todos os Aliados, todo alemão era perverso por crimes contra a humanidade, contra os diretos humanos. Muitos nazistas apelaram para suas humanidades, principalmente pelo fiéis positivismo. Soldados nazistas mostram fotos de suas famílias para não serem mortos. Compaixão, cadê o amor dos Aliados? A mesma bandeira é usada contra os LGBTs e suas manifestações. As manifestações dia LGBTs, das feministas e dos afrodescendentes, estes exigindo o direito de expressarem suas culturas sem ser pelo eurocentrismo, não visam atacar pessoas, mas pensamentos ideológicos racistas. Diferente de quem pega diferente, o uso da força física. Fácil constatar se os LGBTs não serão atacados nas vias públicas. Casais gays se beijando em público. Ora, no Apartheit, os negros eram controlados pela "minoria branca". A liberdade individual está no ir, vir e permanecer sem ser ridicularizado. Negros, atualmente, são ridicularizados nos restaurante com brancos? Sofrem com piadas quando se beijam em público? Liberdade é estar sem sofre ataques, como bullying e cyberbullying por ser "diferente".

Existe "cristofobia", dizem. Sim, fobia de um Cristo segregador, que prega amor aos iguais e preguições aos desiguais, que dá liberdade para uns e não para outros.
Sérgio Henrique da Silva Pereira, Jornalista
Sérgio Henrique da Silva Pereira
Comentário · mês passado
Sérgio Henrique da Silva Pereira, Jornalista
Sérgio Henrique da Silva Pereira
Comentário · mês passado
Obrigado pela participação.

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1 Comentário

Sérgio Henrique da
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Adriano Sotero Bin
13 minutos atrás
Prezado Sérgio Henrique,

Com a máxima vênia, permita-me mostrar minha discordância em relação à ideia defendida no seu texto. Tenho comigo que a exposição da sua ideia possui três equívocos: uso do sofisma ad hominem, uma perspectiva enviesada dos Direitos Humanos e um mal entendimento da figura de Jesus Cristo e do amor cristão. Alem disto, convido-o à refletir brevemente sobre este direito denominado liberdade de expressão.

Os Direitos Humanos pressupõem um convívio harmonioso entre os cidadãos. Escarnecer com uma religião que é compartilhada por um imenso grupo de cidadãos (ou mesmo que fosse uma minoria) não condiz com o espírito dos Direitos Humanos."

Aqui no Brasil há polarizaçõed ideopolíticas, direita e esquerda, sobre liberdade de expressão. Quando é de interesse ideopolítico, falar mal não é "mimimi". Há endeusamento dos EUA, em tudo, e em relação à liberdade de expressão. Como é a liberdade de expressão nos EUA?

Documento oficial da Embaixada dos EUA sobre liberdade de expressão:

http://photos.state.gov/libraries/amgov/133183/portuguese/P_Freedom_of_Expression_UnitedStates_Portuguese_digital.pdf

Historicamente, por questões ideológicas, os LGBTs foram perseguidos. Muitos métodos foram criados para "curar os gays":

Outra teoria defendida por alguns autores diz respeito a deficiências orgânicas como responsáveis pela homossexualidade. Os sexologistas franceses Berillon e J. R. Bourdon asseguram tratar- se de ausência ou distúrbio do olfato. Diz Bourdon:

"Nunca pessoa alguma se preocupou com as anomalias sensoriais que se podem apresentar nos invertidos. Sabe- se, por outro lado, que a inversão é suportada por diversos insetos em certas condições. Assim o besouro suportará uma relação anormal desde que se te­nha a preocupação de lhe cortar as an­tenas. Ora, as antenas nos insetos são os órgãos do olfato e com frequência os órgãos do tato".

Os citados autores partem da sexo­logia comparada para explicar a inver­são sexual humana. Escreve ainda Bour­don: "É preciso, pois, admitir, como dis­semos ao tratar de uma perversão ante­cedente (exibicionismo), que o odor da fêmea é uma das primeiras condições para a excitação genésica do homem, como acontece nos animais." E além de possuir os sen­tidos e os instintos, embora não tão apu­rados como nos animais. Se usasse ape­nas estes não seria o homo sapiens.
Certos autores falam em distúrbios do metabolismo. Assim, o homossexual seria aqueles indivíduo cujo organismo não assimila devidamente os alimentos, tendo problemas fisiológicos muito sé­rios. E tais distúrbios se refletiriam dire­tamente na vida sexual, dando alterações no seu comportamento erótico.

(...)

Após sofrer a ablação dos testículos, tornou-se ortodoxo e casou-se novamente com a própria mulher. Mas os Drs. Junke, Hahn, Lindbergh e Brasseur pensam di­ferentemente quanto ao resultado. Ex­plicam eles:

"Via de regra, qualquer tratamen­to baseado em operações cirúrgicas ou drogas tende a falhar, mas existem as ex­ceções habituais. Casos houve em que violadores habituais foram castrados a seu próprio pedido; a castração pode ocasionalmente reduzir a libido e capa­citar o pervertido a resistir a seus impul­sos, mas isso dificilmente seria conside­rado cura no sentido adequado da pa­lavra. Certamente, é um absurdo tentar- se curar homossexuais pela castração, como em certa época se julgou possível. Sem dúvida, a operação teria o mesmo efeito de reduzir a libido, como nos ca­sos citados, mas a libido do paciente per­maneceria dirigida para homens e não para mulheres" (Vd. Sexo e Amor Hoje).

Há também uma psicoterapia, para tentar a cura da homossexualidade, que consiste em combinar terapêuticas medicamentosas e psíquicas. De início se provoca a repulsa do invertido por suas práticas e, depois, reconciliá-lo com o sexo reprimido. Assim: mandam des­filar, numa tela, fotografias de homens despidos à frente do homossexual, en­quanto, simultaneamente, lhe aplicam in­jeções vomitivas de apomorfina. Então, um alto-falante lhe diz coisas deprecia­tivas sobre amizades particulares. Dois dias após, altera-se o sentido do trata­mento, apresentando-lhe imagens de pin-up, no momento em que lhe aplicam injeções estimulantes e tocam discos de vozes femininas suaves, com apelos ao sexo. Chamam a isso terapêutica de pu­nição do mal e reconciliação com o bem. Dizem que tem havido êxito em alguns casos. Na verdade, esse é um processo de reflexo condicionado. A novidade já é bastante antiga.

Durante a guerra, os nazistas man­daram homossexuais assumidos para os campos de concentração. Prostitutas ex- experimentadas eram enviadas para convertê-los, mas não obtiveram o resultado esperado. E muitos foram executa­dos. (SILVA, Valmir Adamor da. Nossos Desvios Sexuais. Normal? Anormal? Editora Tecnoprint. 1986)

O nosso atual presidente da República, num passado não muito distante, disse que:

"O próximo passo será a adoção de crianças por casais homossexuais e a legalização da pedofilia.”

“O filho começa a ficar assim meio gayzinho, leva um coro, ele muda o comportamento dele. Olha, eu vejo muita gente por aí dizendo: ainda bem que eu levei umas palmadas, meu pai me ensinou a ser homem.”

Jair Bolsonaro se diz cristão. Seus seguidores acreditam no que ele diz.

Fale news: mamadeira de piroca; o ex-deputado Jean Wyllis querendo transformar às crianças em gays (PL 5002/2013). Alguns exemplos.

Nos anos de 1980, no Brasil, a AIDS estava associada com o comportamento gay.

Neste vídeo (https://youtu.be/8iH7AVuVjzk), a noção sobre os gays.

Como eu disse, são cristão homofóbicos; não são todos assim. Disponibilizei link do Vaticano.

" os produtores intencionalmente procuram despeitar os limites impostos pelos costumes e pela legislação brasileira "; no Brasil era costume os maridos estuprarem suas mulheres e o Direto protegia os homens.

Estupro marital

Direito de o marido estuprar sua"mulher de família"— anterior às novas redações da Lei n. 12.015, de 2009 -, pelo débito conjugal:

"Exercício regular de direto. Marido que fere levemente a esposa, para constrangê-Ia à prática de de conjunção carnal normal. Recusa injusta da mesma, alegando cansaço. Absolvição mantida. Declaração de Voto. (...) A cópula intra matrimonium é dever recíproco dos cônjuges e aquele que usa de força física contra o outro, a quem não socorre escusa razoável (verbi gratia, moléstia, inclusive venérea, ou cópula contra a natureza) tem por si a excludente da criminalidade prevista nc art.
19, n. III (art. 23, III, vigente), de Código Penal, exercício regular de direito” (TIGB RT, 461/444).

Até 2001, vigência do Código Civil de 1916, as mulheres casadas eram consideradas relativamente incapazes, e só podiam trabalhar fora do lar quando o marido consentida, o mesmo para ela viajar sozinha. A Lei do Divórcio foi atacada pelos cristãos ortodoxos.

Costumes, quais? Estuprar? Perseguir LGBTs? Dar tapas para os gays virarem "homens"? Quanto ao Estado Democrático de Direito, os objetivos da CRFB de 1988, a dignidade humana universal, sem distinções. O Brasil é signatário de vários tratados e convenções de Direitos Humanos.

Cristão homofóbicos podem expressar seus pontos de vista, mas não podem impedir, por exemplo, que LGBTs vivam com dignidade, não tenham medo de saírem de mãos dadas mas vias públicas, beijem-se em público. Art 13, parágrafo único, da Convenção Americana, o limite da liberdade.

Pergunto sobre às prostitutas. Está no Testamento o direito de apedrejamento, deve? Se houve novo entendimento de que não pode, com base em Jesus, este homem evoluído gostaria da "cura gay", dos ataques verbais e físicos aos LGBTs? Claro que não.
Como em outro artigo, os rabinos não acreditam que Jesus é o Messias. Se eles contratam produtora para dizer que Jesus não é o Messias, como fica? Igrejas evangélicas fazem menções, ostentam símbolos judaicos. Censura para eles?

A piada com Jesus. Jesus é passivo ou ativo, não vi distinção no Especial. Se ativo, os machões irão rir, Jesus pegou um bicha. Se passivo, impensável. Mas a questão é "gay". Se Jesus estivesse em corpo, agora. Multidão querem atacar gay, com palavras de "pervertido", "endemoniado", o que faria Jesus? Tiraria o demônio dentro do gay? Jesus mencionou sobre demônio em gay? Não, a não ser pelo Antigo Testamento, nada com Jesus. Logo, Jesus falaria algo, a multidão nada faria.

Costume. A Maldição de Cam foi justificativa nas Américas para a escravidão negra. Aplicar pelo costume?

Encerro. Jesus não pregou perseguições e justiça pelas próprias mãos. E no mundo civilizado atual, não e possível fazer justiça pelas próprias mãos. Ser LGBT não é crime. Crime é o racismo contra os LGBTs.
Sérgio Henrique da Silva Pereira, Jornalista
Sérgio Henrique da Silva Pereira
Comentário · há 2 meses
Antes de tudo. Como foi de Natal? Espero que você e sua família tenham aproveitado bem.

Ótima resposta. Embasada, sem puro ataque, como vejo. Bem técnico e sem ataque pessoal, como aconteceu comigo. Um comentário que disse se minha mãe fosse "da vida". Respondi. Se sua mãe fosse prostituta e eu visse um cliente atacá-la para forcá-la, eu a defenderia, pois ela é digna, em si mesmo.

No caso da liberdade de expressão. Os artigos são baseados no contexto no qual o Brasil passa. Há posições ideopolíticas. Quando um lado reclama, o outro diz que é "mimimi", e vice-versa.

Em outro artigo disponibilizei link do site da Embaixada dos EUA sofre Liberdade de Expressão.

O link:

https://www.google.com.br/url?q=http://photos.state.gov/libraries/amgov/133183/portuguese/P_Freedom_of_Expression_UnitedStates_Portuguese_digital.pdf&sa=U&ved=2ahUKEwjKrKLpzN7mAhXJGrkGHQYXD9MQFjAAegQIABAB&usg=AOvVaw3iXzxbfwJfiI1FUXXVZfw0

Na Califórnia, EUA, o concurso "Hunky Jesus Easter".

Vamos aproveitar "Não faça aos outros o que não quer para só mesmo". Nos anos de 1980, num jornal impresso, uma charge. Um homem em pé grita "Alá" para outro homem. Este se ajoelha. O primeiro apontou para um míssil.

No Porta dos Fundos há sarcasmo com "Alá", tipo foi, cadê.

Em relação ao juiz e jornalista. Seres humanos de carne e osso. Honras subjetivas e objetivas. Sim, limite na liberdade de expressão. O direito de esquecimento foi aplicado quando jornalista, numa matéria, comentou sobre ex-prisioneiro. Como retornar para a sociedade se o estigma de "sempre criminoso" persiste? Jornalismo é utilidade pública, depende. Por exemplo, agente político ingressa num motel, o jornalista consegue se disfarçar de funcionário. Flash. Traição conjugal. A Justiça, como sopesará?
Nos EUA o (ex) presidente Bill Clinton e sua secretária, o que causou exoneração dele. E o direito de esquecimento?

https://exame.abril.com.br/estilo-de-vida/american-crime-story-vai-reviver-caso-entre-monica-lewinskyebill-clinton/

Jornalista disfarçado ingressa nas dependências do Motel. Flagra o momento da traição. E aí? Se o povo entender que a posição ilibada é essencial para o cargo, tanto o dono do motel e outros cidadãos condecorarão o "jornalista cidadão". E a Justiça? Há a dignidade do agente, da mulher flagrada, o direito de propriedade, a liberdade de imprensa, a utilidade pública. Complicado? Sim. Se for pelo positivismo da lei, crime, por divulgar imagens íntimas, ingressar sem autorização, passar por outra pessoa. Contudo, além do positivismo, os costumes, no caso, de comportamento ilibado do agente. Comoção nacional, não pelo jornalista, mas pelo agente. Possivelmente, o jornalista não será preso. Ou será condenado a pagar cesta básica, serviço comunitário. Diferente caso a traição não tem nenhum valor social. Faço comparação com o ato obsceno. Ninguém será condenado por andar de sunga perto da praia. E jornalista que fotógrafa alguma celebridade e divulga como pouca vergonha, sim, será condenado, por não ser "anormal".

Retornando.

Se há um coro de "mimimi" o mesmo não pode ser exigido quando há algo que desagrade certa comunidade. Por exemplo, para os ateus, nada demais no Especial de Natal.

Talvez, de tudo, um acordo. Não fale mal da minha religião que não falarei mal da sua. Ou, respeite minha fé que respeitarei a sua.

Com isso, nada de falar sobre a religião alheia. Mas não se pode comparar? O perigo, a outra parte pode pensar que a comparação seja para exaltar uma.

Nazismo. Nos EUA qualquer pessoa pode ostentar em protesto o símbolo. No Brasil e Alemanha, não.

Talvez um pacto. Fazer comparações entre às religiões, sem exaltar. Se a outra parte não gostar, diálogo e um bem comum.

Quanto à sexualidade. As religiões monoteístas, de tradição judaico-cristã, LGBTs é pecado, deformação moral etc. Feministas são barangas, mal-amadas etc. Ambientalistas são anticapitalismo. Posições referentes ao tipo de mundo das ideias. Um peso e duas medidas?

Por isso, a liberdade de expressão é muito mais elástica, para permitir debates entre visões de vida.

Em relação ao meu pensar. Se eu faço algo e a outra parte não gosta, conversa. Acordos. O que se pode ou não, de ambas as partes.

Encerrando. Se Jesus estivesse entre os mortais e fosse chamado de bicha por defender LGBTs com sua famosa frase "Quem não tem pecado que atire a primeira pedra!", como ele seria interpretado? Diante de nazistas, por exemplo, seria apedrejado.
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Sérgio Henrique da Silva Pereira

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